É isso mesmo para comemorar a Emancipação Política da cidade de Francisco Dantas será realizado o 1º Motocross, a Gadim Produções juntamente com o prefeito Gilson Dias estarão realizando este Campeonato. O prefeito se comprometeu em elaborar um Circuito de Nível Nacional, e está dando todo o suporte para fazer a cidade do Motocross, além do mais entrará com 70% do valor da premiação de R$ 5.000,00 e os 30% da referida premiação será buscada nas empresas particulares de Pau dos Ferros e Região.
O Público estimado para esse evento será acima de 30 mil pessoas, e para ter acesso a esse grande evento basta levar um 1kg de alimento não perecível para ser doado as famílias carentes daquela cidade.
O Motocross contará com toda uma estrutura de seguranças para garantir a tranquilidade do evento.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Como evitar danos no automóvel nessa época de chuvas
Conhecer procedimentos básicos sobre como conduzir o seu veículo em dias de alagamento, além de aumentar a segurança, pode prolongar os dias de vida do seu carro. Pensando nisso, a Oficina Brasil – rede de franquias de serviços automotivos, que possui 70 unidades em todo o Brasil, dá algumas dicas para enfrentar as fortes chuvas sem correr o risco de ter que abandonar o automóvel quebrado no meio de um alagamento.
Segundo Antonio Cesar Costa, consultor técnico da Oficina Brasil, em primeiro lugar é importante nunca desligar o motor do carro durante as enchentes, mesmo em grandes congestionamentos, mantendo o veículo em marcha lenta e, ao passar pelas enxurradas, andar devagar, deixando o motor sempre em baixa rotação. “Isso impede que a água se acumule no escapamento, impedindo a circulação dos gases”, explica Antonio Cesar. Uma outra dica é sempre tentar identificar em que altura do automóvel a água está batendo. O ideal, segundo o consultor técnico, é passar com o automóvel em alagamento tos cuja a altura da água não ultrapasse a metade das rodas. Isso porque, ao atingir o escapamento, a água pode entrar pelo filtro de ar, danificando bicos injetores, velas e cilindros. “O prejuízo do motorista é ainda maior quando o carro está ligado há bastante tempo e sua temperatura está alta, pois ao entrar em contato com a água fria acontece o choque térmico, podendo trincar o bloco do motor ou o catalisador”, orienta ele. Os sintomas que o automóvel apresenta caso esteja danificado devido à entrada de água durante alagamentos são: perda de potência, motor falhando (vibração intensa do automóvel), até a total parada, com risco de não ligar mais e ter de ser guinchado até a oficina mecânica.
*OesteNews
Segundo Antonio Cesar Costa, consultor técnico da Oficina Brasil, em primeiro lugar é importante nunca desligar o motor do carro durante as enchentes, mesmo em grandes congestionamentos, mantendo o veículo em marcha lenta e, ao passar pelas enxurradas, andar devagar, deixando o motor sempre em baixa rotação. “Isso impede que a água se acumule no escapamento, impedindo a circulação dos gases”, explica Antonio Cesar. Uma outra dica é sempre tentar identificar em que altura do automóvel a água está batendo. O ideal, segundo o consultor técnico, é passar com o automóvel em alagamento tos cuja a altura da água não ultrapasse a metade das rodas. Isso porque, ao atingir o escapamento, a água pode entrar pelo filtro de ar, danificando bicos injetores, velas e cilindros. “O prejuízo do motorista é ainda maior quando o carro está ligado há bastante tempo e sua temperatura está alta, pois ao entrar em contato com a água fria acontece o choque térmico, podendo trincar o bloco do motor ou o catalisador”, orienta ele. Os sintomas que o automóvel apresenta caso esteja danificado devido à entrada de água durante alagamentos são: perda de potência, motor falhando (vibração intensa do automóvel), até a total parada, com risco de não ligar mais e ter de ser guinchado até a oficina mecânica.
*OesteNews
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Após bloqueio, autoescolas de SP têm prazo para se adaptar às normas
O sindicato que representa as autoescolas de São Paulo ganhou dez dias para se adequar às regras do Detran após 90% dos estabelecimentos do Estado terem sido bloqueados pelo sistema por causa do irregularidades. O prazo vai até a próxima segunda-feira. De acordo com o divisionário de habilitação do Detran, Ricardo Petisco, muitos problemas são referentes à gestão dos Centros de Formação de Condutores. Todos os dias são feitos cerca de 1.200 exames práticos e aproximadamente o mesmo número de testes teóricos nas autoescolas do Estado. Redator: Roberto Saraiva
fonte: portal do trânsito
fonte: portal do trânsito
sábado, 7 de agosto de 2010
HOMICÍDIO NO TRÂNSITO: CULPA OU DOLO?
A lei brasileira não define de forma clara e nossa doutrina não é pacífica como enquadrar um atropelamento com morte, decorrente de um racha.Pode ser um homicídio doloso (com intenção de matar ou assumindo o condutor risco da morte) ou culposo (acidental) . Essa tema apresenta uma zona cinzenta entre o chamado dolo eventual e a culpa consciente , pois não há posição fixada quer pela Doutrina, quer pela Jurisprudência .
Uma corrente de doutrinadores chega a sustentar que nunca existe dolo eventual em homicídio no trânsito. No entanto, é bom esclarecer que o dolo direto existe quando alguém, no volante de um carro, deliberadamente mata outrem.
Todavia, a diferença de enquadramento entre dolo e culpa é imensa. Na culpa consciente, o motorista imagina o resultado do seu ato , mas não admite que este resultado possa ocorrer, agindo assim com imperícia, imprudência ou negligência .Neste caso, enquadra-se o condutor no no Art. 302, do Código Brasileiro de Trânsito (CBT) , como homicídio culposo, o qual é decidido pelo juiz singular, sujeito a pena de 2 a 4 anos.
Já no dolo eventual, o motorista prevê o resultado e o admite, sem buscar evitá-lo. Portanto, assume o risco de produzí-lo. Esse é o homicídio doloso, previsto no Art. 121 do Código Penal, que está sujeito a pena de 6 a 20 anos ou de 12 a 30 anos, se for qualificado, sendo julgado pelo Tribunal do Júri.
Nos últimos anos, vem se registrando uma tendência de endurecimento do sistema repressivo do Estado, inclusive na aplicação da legislação de trânsito. Verificar-se atualmente que nas ocorrência de trânsito com morte, enquadra-se mais como homicídio doloso do que como culposo. Aliás, como aconteceu em Brasília ,em 2007, quando um motorista que dirigia alcoolizado e em alta velocidade foi a Júri por ter invadido o eixão sul e atropelado e matado um ciclista de 25 anos, sem prestar socorro à vítima.
O simples racha, no qual não haja vítima já é crime, sendo tipificado no Art. 308 do CBT, sujeito a pena de 6 meses a 2 anos. O racha potencializa o risco de danos a terceiros, podendo ferir e até matar pedestres e outros condutores.
A violência no trânsito, que leva a tantas mortes, além do problema criminal é acima de tudo um problema cultural.
escrito por Luiz Flávio Borges D”Urso, advogado criminal, mestre e doutor pela USP, é presidente da OAB SP.
Uma corrente de doutrinadores chega a sustentar que nunca existe dolo eventual em homicídio no trânsito. No entanto, é bom esclarecer que o dolo direto existe quando alguém, no volante de um carro, deliberadamente mata outrem.
Todavia, a diferença de enquadramento entre dolo e culpa é imensa. Na culpa consciente, o motorista imagina o resultado do seu ato , mas não admite que este resultado possa ocorrer, agindo assim com imperícia, imprudência ou negligência .Neste caso, enquadra-se o condutor no no Art. 302, do Código Brasileiro de Trânsito (CBT) , como homicídio culposo, o qual é decidido pelo juiz singular, sujeito a pena de 2 a 4 anos.
Já no dolo eventual, o motorista prevê o resultado e o admite, sem buscar evitá-lo. Portanto, assume o risco de produzí-lo. Esse é o homicídio doloso, previsto no Art. 121 do Código Penal, que está sujeito a pena de 6 a 20 anos ou de 12 a 30 anos, se for qualificado, sendo julgado pelo Tribunal do Júri.
Nos últimos anos, vem se registrando uma tendência de endurecimento do sistema repressivo do Estado, inclusive na aplicação da legislação de trânsito. Verificar-se atualmente que nas ocorrência de trânsito com morte, enquadra-se mais como homicídio doloso do que como culposo. Aliás, como aconteceu em Brasília ,em 2007, quando um motorista que dirigia alcoolizado e em alta velocidade foi a Júri por ter invadido o eixão sul e atropelado e matado um ciclista de 25 anos, sem prestar socorro à vítima.
O simples racha, no qual não haja vítima já é crime, sendo tipificado no Art. 308 do CBT, sujeito a pena de 6 meses a 2 anos. O racha potencializa o risco de danos a terceiros, podendo ferir e até matar pedestres e outros condutores.
A violência no trânsito, que leva a tantas mortes, além do problema criminal é acima de tudo um problema cultural.
escrito por Luiz Flávio Borges D”Urso, advogado criminal, mestre e doutor pela USP, é presidente da OAB SP.
Especialista ensina segredos para não se estressar no trânsito
Em situações de estresse o nosso corpo reage de diversas maneiras. A adrenalina aumenta, os sentidos são acionados simultaneamente e a mente pode nos trazer lembranças, medos e outros sentimentos. Segundos nesse turbilhão de sensações parecem o tempo mais longo do mundo e, ao final, não lembramos o que dissemos ou fizemos.
Isso acontece porque diversos sentimentos vêm à tona, entre os principais que estão relacionados ao estresse no trânsito são: raiva, medo, tristeza e alegria. Dependendo da atitude que é tomada, um pode crescer mais que o outro, o que nem sempre é favorável.
O melhor dos sentimentos a se ter no trânsito é a calma, orienta o terapeuta Gilberto Katayama, do Núcleo Ser, de São Paulo, e especialista em medicina do trabalho e saúde pública. Porém é praticamente impossível conviver 24h do dia, sem se estressar e sem deixar que outros sentimentos apareçam enquanto dirigimos.
O especialista alerta que quando a raiva e a agressividade são liberadas, o desejo que se tem é a destruição do próximo. Já quando o medo se faz presente numa situação, a primeira atitude a ser tomada é a de querer fugir, podendo até levar à paralisação dos movimentos físicos em casos extremos.
De acordo com Katayama, existem algumas técnicas simples, que podem ajudar a manter o controle em situações extremas:
— Perceba, antes mesmo de entrar no seu carro, quais são os sentimentos que estão mais aguçados naquele momento. Se for a raiva, libere-a. Para isso, procure um lugar seguro, movimente seu corpo. Se esse sentimento é constante, uma boa dica é fazer exercícios físicos logo pela manhã.
— Conscientize-se que irá enfrentar um trânsito, e que isso gera estresse. Aceite isso e prepare-se para não se aborrecer muito.
— Para não se estressar no trânsito, ouça uma música preferida, cante.
— Se o estresse aparecer, grite! Perceba o alívio imediato que sentirá ao liberar o estresse. Isso significa que o corpo e a mente estão saudáveis, e ficar preso ao estresse excessivo significa que o corpo e a mente estão adoecendo.
Escrito por Jornal Zero Hora
Isso acontece porque diversos sentimentos vêm à tona, entre os principais que estão relacionados ao estresse no trânsito são: raiva, medo, tristeza e alegria. Dependendo da atitude que é tomada, um pode crescer mais que o outro, o que nem sempre é favorável.
O melhor dos sentimentos a se ter no trânsito é a calma, orienta o terapeuta Gilberto Katayama, do Núcleo Ser, de São Paulo, e especialista em medicina do trabalho e saúde pública. Porém é praticamente impossível conviver 24h do dia, sem se estressar e sem deixar que outros sentimentos apareçam enquanto dirigimos.
O especialista alerta que quando a raiva e a agressividade são liberadas, o desejo que se tem é a destruição do próximo. Já quando o medo se faz presente numa situação, a primeira atitude a ser tomada é a de querer fugir, podendo até levar à paralisação dos movimentos físicos em casos extremos.
De acordo com Katayama, existem algumas técnicas simples, que podem ajudar a manter o controle em situações extremas:
— Perceba, antes mesmo de entrar no seu carro, quais são os sentimentos que estão mais aguçados naquele momento. Se for a raiva, libere-a. Para isso, procure um lugar seguro, movimente seu corpo. Se esse sentimento é constante, uma boa dica é fazer exercícios físicos logo pela manhã.
— Conscientize-se que irá enfrentar um trânsito, e que isso gera estresse. Aceite isso e prepare-se para não se aborrecer muito.
— Para não se estressar no trânsito, ouça uma música preferida, cante.
— Se o estresse aparecer, grite! Perceba o alívio imediato que sentirá ao liberar o estresse. Isso significa que o corpo e a mente estão saudáveis, e ficar preso ao estresse excessivo significa que o corpo e a mente estão adoecendo.
Escrito por Jornal Zero Hora
sábado, 17 de julho de 2010
Contran regulamenta curso para mototáxi e motofrete
O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicou nesta sexta-feira (18) a Resolução 350, que regulamenta o curso especializado obrigatório destinado a profissionais que realizam transporte de passageiros (mototaxista) e entrega de mercadorias (motofretista). A partir de 15 de dezembro os mototaxistas e motofretistas deverão realizar o curso obrigatório de 30 horas-aula para o exercício da atividade.
De acordo com a Lei 12.009, para o exercício do mototáxi e do motofrete é necessário que o profissional tenha completado 21 anos, possua habilitação por pelo menos dois anos na categoria “A”, utilize colete de segurança dotado de dispositivos retrorrefletivos e seja aprovado em curso especializado, regulamentado pelo Contran.
Segundo a regulamentação do Conselho, o curso será dividido em duas etapas: Curso Teórico que terá carga horária de 25 horas-aula e o curso de Prática de Pilotagem Profissional com duração de 5 horas-aula. Para realizar o curso, além dos requisitos exigidos pela Lei 12.009, o condutor não poderá estar cumprindo pena de suspensão do direito de dirigir, cassação ou impedido judicialmente de exercer os seus direitos.
Para ser aprovado no curso especializado o condutor deverá ter cem por cento de frequência e ser aprovado com setenta por cento na avaliação. Em caso de reprovação o condutor terá prazo máximo de 30 dias para realizar nova avaliação.
O curso será ministrado pelos Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans) ou por instituições por eles autorizadas e abordarão assuntos relativos à ética e cidadania na atividade profissional, noções de legislação, gestão do risco sobre duas rodas e segurança e saúde.
De acordo com a Resolução, serão reconhecidos os cursos específicos, destinados a motofretistas ou mototaxistas, que tenham sido ministrados por órgãos ou entidades do Sistema Nacional de Trânsito, Sistema S ou instituições por eles credenciadas até a entrada em vigor da Resolução 350 (15 de dezembro de 2010).
O motociclista profissional deverá realizar o curso de reciclagem a cada cinco anos. Esse curso terá carga horária de 10 horas-aula, sendo o módulo teórico de 7 horas-aula e o de prática de pilotagem de 3 horas-aula.
Outro requisito para o exercício da atividade é a autorização do poder público concedente e o registro da motocicleta na categoria aluguel.
fonte: Denatran
De acordo com a Lei 12.009, para o exercício do mototáxi e do motofrete é necessário que o profissional tenha completado 21 anos, possua habilitação por pelo menos dois anos na categoria “A”, utilize colete de segurança dotado de dispositivos retrorrefletivos e seja aprovado em curso especializado, regulamentado pelo Contran.
Segundo a regulamentação do Conselho, o curso será dividido em duas etapas: Curso Teórico que terá carga horária de 25 horas-aula e o curso de Prática de Pilotagem Profissional com duração de 5 horas-aula. Para realizar o curso, além dos requisitos exigidos pela Lei 12.009, o condutor não poderá estar cumprindo pena de suspensão do direito de dirigir, cassação ou impedido judicialmente de exercer os seus direitos.
Para ser aprovado no curso especializado o condutor deverá ter cem por cento de frequência e ser aprovado com setenta por cento na avaliação. Em caso de reprovação o condutor terá prazo máximo de 30 dias para realizar nova avaliação.
O curso será ministrado pelos Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans) ou por instituições por eles autorizadas e abordarão assuntos relativos à ética e cidadania na atividade profissional, noções de legislação, gestão do risco sobre duas rodas e segurança e saúde.
De acordo com a Resolução, serão reconhecidos os cursos específicos, destinados a motofretistas ou mototaxistas, que tenham sido ministrados por órgãos ou entidades do Sistema Nacional de Trânsito, Sistema S ou instituições por eles credenciadas até a entrada em vigor da Resolução 350 (15 de dezembro de 2010).
O motociclista profissional deverá realizar o curso de reciclagem a cada cinco anos. Esse curso terá carga horária de 10 horas-aula, sendo o módulo teórico de 7 horas-aula e o de prática de pilotagem de 3 horas-aula.
Outro requisito para o exercício da atividade é a autorização do poder público concedente e o registro da motocicleta na categoria aluguel.
fonte: Denatran
sexta-feira, 4 de junho de 2010
PIADA DE TRÂNSITO
Porque o Juiz deve ouvir as duas partes!
Seu Zé, mineirinho, pensou bem e decidiu que os ferimentos que sofreu num acidente de trânsito eram sérios o suficiente para levar o dono do outro carro ao tribunal. No tribunal, o advogado do réu começou a inquirir seu Zé:
- O Senhor não disse na hora do acidente 'Estou ótimo'?
E seu Zé responde:
- Bão, vô ti contá o que aconteceu. Eu tinha acabado di colocá minha mula favorita na caminhonete...
- Eu não pedi detalhes! - interrompeu o advogado. - Só responda à pergunta: O Senhor não disse na cena do acidente: 'Estou ótimo'?
- Bão, eu coloquei a mula na caminhonete e tava descendo a rodovia...
O advogado interrompe novamente e diz:
- Meritíssimo, estou tentando estabelecer os fatos aqui. Na cena do acidente este homem disse ao patrulheiro rodoviário que estava bem. Agora, várias semanas após o acidente ele está tentando processar meu cliente e isso é uma fraude. Por favor, poderia dizer a ele que simplesmente responda à pergunta?
Mas, a essa altura, o Juiz estava muito interessado na resposta de seu Zé e disse ao advogado:
- Eu gostaria de ouvir o que ele tem a dizer.
Seu Zé agradeceu ao Juiz e prosseguiu:
- Como eu tava dizendo, coloquei a mula na caminhonete e tava descendo a Rodovia quando uma picape travessô o sinal vermeio e bateu na minha Caminhonete bem du lado. Eu fui lançado fora do carro prum lado da rodovia e a mula foi lançada pro outro lado. Eu tava muito ferido e não podia me movê. Mais eu podia ouvir a mula zurrano e grunhino e, pelo baruio, percebi que o estado dela era muito feio.
Em seguida o patrulheiro rodoviário chegou. Ele ouviu a mula gritano e zurrano e foi até onde ela tava. Depois de dá uma oiada nela, ele pegou o revorve e atirou 3 vezes bem no meio dos ôio dela. Depois ele travessô a estrada com a arma na mão, oiô para mim e disse:
- Sua mula estava muito mal e eu tive que atirar nela. E, como o senhor está se sentindo?
- Aí eu pensei bem e falei: ... Tô ótimo!
FONTE: PORTAL DO TRÂNSITO
Seu Zé, mineirinho, pensou bem e decidiu que os ferimentos que sofreu num acidente de trânsito eram sérios o suficiente para levar o dono do outro carro ao tribunal. No tribunal, o advogado do réu começou a inquirir seu Zé:
- O Senhor não disse na hora do acidente 'Estou ótimo'?
E seu Zé responde:
- Bão, vô ti contá o que aconteceu. Eu tinha acabado di colocá minha mula favorita na caminhonete...
- Eu não pedi detalhes! - interrompeu o advogado. - Só responda à pergunta: O Senhor não disse na cena do acidente: 'Estou ótimo'?
- Bão, eu coloquei a mula na caminhonete e tava descendo a rodovia...
O advogado interrompe novamente e diz:
- Meritíssimo, estou tentando estabelecer os fatos aqui. Na cena do acidente este homem disse ao patrulheiro rodoviário que estava bem. Agora, várias semanas após o acidente ele está tentando processar meu cliente e isso é uma fraude. Por favor, poderia dizer a ele que simplesmente responda à pergunta?
Mas, a essa altura, o Juiz estava muito interessado na resposta de seu Zé e disse ao advogado:
- Eu gostaria de ouvir o que ele tem a dizer.
Seu Zé agradeceu ao Juiz e prosseguiu:
- Como eu tava dizendo, coloquei a mula na caminhonete e tava descendo a Rodovia quando uma picape travessô o sinal vermeio e bateu na minha Caminhonete bem du lado. Eu fui lançado fora do carro prum lado da rodovia e a mula foi lançada pro outro lado. Eu tava muito ferido e não podia me movê. Mais eu podia ouvir a mula zurrano e grunhino e, pelo baruio, percebi que o estado dela era muito feio.
Em seguida o patrulheiro rodoviário chegou. Ele ouviu a mula gritano e zurrano e foi até onde ela tava. Depois de dá uma oiada nela, ele pegou o revorve e atirou 3 vezes bem no meio dos ôio dela. Depois ele travessô a estrada com a arma na mão, oiô para mim e disse:
- Sua mula estava muito mal e eu tive que atirar nela. E, como o senhor está se sentindo?
- Aí eu pensei bem e falei: ... Tô ótimo!
FONTE: PORTAL DO TRÂNSITO
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